domingo, 16 de setembro de 2012

Vc pode ir com a cara de alguém e ser gentil com essa pessoa, isso ñ é uma questão política ou social, é uma questão pessoal e cada um faz o q quer com seu dinheiro e sorriso, oras! O problema está nas consequências desse nosso pensamento assistencialista onde tomamos para nós, no plano individual, uma responsabilidade q ñ temos e portanto ñ qremos permanecer com ela, só a qremos por alguns instantes. Mas direitos são direitos, e uma esmola ñ é direito de ninguém, como ñ é dever de ninguém, é caridade. Imagine q vc, como um trabalhador q é, só recebesse de vez em quando um dinheiro que ñ tivesse relação alguma com o serviço prestado, mas que fosse uma caridade de um colega de trabalho q recebe um salário regular? Imagine q o seu contratante fizesse isto, pagasse o salário a uns e a outros não, e aew os que recebessem tivessem a opção de dar uma parte ou não do seu salário àqueles q ñ recebessem nada. Isto seria justo? Vc ñ se indignaria com os colegas caridosos, mas há de reconhecer q se a parcela dos trabalhadores q ñ recebessem o q é seu por direito aceitasse ficar recebendo essa assistência dos colegas cujos direitos foram garantidos e vice-e-versa, ambos estariam fortalecendo este sistema. As chefias ñ precisariam fazer nada pq ambos os lados estariam vivendo bem assim, msm sendo uma organização injusta e desigual. E depois de um certo tempo, até msm os mais reivindicadores seriam calados pela manutenção desta organização. E se uma vez ou outra o colega assalariado ñ quisesse ou ñ estivesse em condições de ceder a ajuda ao colega escravo, ñ teria nada de errado nisso. É a mesma coisa, só basta substituir a condição de trabalhador para a condição de ser humano.

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